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segunda-feira, 24 de julho de 2017

Brasil entra para o Top 10 dos países que adotaram o IPV6 !!

Um relatório levantado pela Akamai coloca o Brasil entre os dez países do mundo com o maior volume de tráfego de internet a utilizar o protocolo IPv6.
O volume total nacional saltou de 8% para 13% em 2016, fazendo com que o Brasil saltasse da 13ª posição para conquistar o nono lugar no ranking, empatado com o Reino Unido.
IPv6 é o novo protocolo de endereçamento de rede que irá substituir o antigo modelo IPv4. Toda máquina conectada a uma rede recebe uma combinação de números que a identifica e o IPv6 permite um número astronomicamente maior de combinações disponíveis: 340 trilhões de trilhões de trilhões de endereços possíveis usando o IPv6 contra “apenas” 4.3 bilhões de endereços possíveis no protocolo antigo.
Desde 2015, a Anatel vem incentivado agressivamente a adoção do novo protoolo, com operadoras de acesso estimuladas a fornecer endereços IPv6 para os consumidores e fabricantes de dispositivos conectados obrigados a implementar o suporte ao IPv6 a partir de 2016. A estratégia rendeu bons resultados e colocou o Brasil na vanguarda do protocolo, ainda que esteja para trás em outros indicadores de internet.c
A princípio pode parecer que 13% de tráfego através do IPv6 seja um porcentual muito baixo, mas a verdade é que a mudança é lenta e precisa ser feita de forma gradativa no mundo todo. Mesmo o país que lidera o ranking global de adoção do novo protocolo, a Bélgica, tem somente 38% do seu tráfego circulando com IPv6. Na frente do Brasil ainda estão Grécia (25%), Estados Unidos (22%), Suíça e Trinidad e Tobago (empatados com 21%), Alemanha (20%) , Índia (17%) e Estônia (16%).

Pesquisa: Metade dos ídolos da juventude no Brasil são YouTubers

Uma pesquisa inédita realizada no país pela consultoria Provokers para o Google e o Meio & Mensagem constatou o que já se imaginava: a juventude brasileira está nas mãos dos YouTubers.
Batizado de “Os novos influenciadores: quem brilha na tela dos jovens brasileiros”, o levantamento revela que 10 das 20 personalidades mais idolatradas do mundo do vídeo vieram do YouTube.
Para Susana Ayarza, diretora de marketing B2B do Google no Brasil, “a pesquisa aponta a força dessas novas celebridades. Eventualmente, elas ainda não têm um alcance tão forte quanto as da TV, mas geram um engajamento muito intenso”. 

Apesar de um outro estudo indicar que a audiência da televisão aberta no Brasil finalmente foi inferior à audiência de conteúdo em vídeo produzido na Internet, atores e atrizes que estavam em destaque em produções televisivas no período do levantamento conseguiram entrar no ranking e preencher metade da lista.
Eco Moliterno, diretor-executivo de criação da agência de publicidade Africa, consultado pelo Meio & Mensagem, explicou esse equilíbrio: “a TV ainda tem e terá muito tempo de influência, afinal um horário nobre da Globo atinge pessoas no Brasil inteiro de forma muito rápida”.
O levantamento foi realizado entre Outubro e Novembro de 2015, com mil jovens que tivessem o hábito de consumir conteúdo em vídeo, seja na Internet ou na televisão. Eles foram instruídos a citar espontaneamente o nome de cinco celebridades que brilham nas telas, sejam cinema, TV ou YouTube. Outras personalidades influentes entre os jovens, como atletas, músicos ou políticos não fizeram parte do escopo da pesquisa.

Confira a listagem abaixo:
pesquisa-celebridades

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Convergência do Broadcasting Acelera Com Social Media!

A TV e o Social Media continuam a sua convergência, criando problemas e oportunidades tanto para as emissoras quanto para as operadoras de TV Paga.
A competição pelos espectadores está chegando não apenas nas plataformas grandes de mídia social , mas também em novos serviços on-line criados para interatividade de mídia social dentro da programação.
Ao mesmo tempo os operadores estão se voltando para as mídias sociais para medir o engajamento do público e sua visualização, bem como agendar e criar buzz. Há também uma crescente parceria entre criadores de conteúdo e empresas de radiodifusão ou plataformas de mídia social, que podem tornar-se pontos de venda alternativos para a programação online.
De fato, enquanto as grandes plataformas estão competindo com os operadores de TV por assinatura tradicionais. Os distribuidores estão transformando as tradicionais emissoras ou redes com seu conteúdo e tornando-se fontes adicionais de receita.
Esta tendência foi observada na recente Cúpula Mundial de TV em Londres, onde Colin Dixon, analista-chefe e fundador da nScreenMedia, observou como Facebook foi empurrado ao fornecimento de "video ao Vivo", e como New York Times ,a CNN, entre outros, alcançaram um aumento de 300% no uso de "Lives" nos primeiros cinco meses durante a operação de "social Media" em 2016.
O "Twitter" fez a sua estréia tambem no universo do conteudo ao vivo, comprando os direitos da NFL (National Football League) para transmitir 10 jogos nas noites de quinta. Embora não seja uma propriedade premium, ainda assim a rede contabilizou a entrega de 2,7 milhões de espectadores por jogo."
Facebook, entretanto, tem feito investimento agressivo em vídeo ao vivo com planos para transmitir nas sexta-feiras ao menos 20 jogos da Major League Baseball (MLB) durante a temporada regular deste concorrido ano de 2017.
Inicialmente , embora confinado para os EUA, esse acesso se estenderá além das audiências locais dos jogos.
Os jogos não são exclusivos para o Facebook, mas o foco será significativamente na integração com a plataforma de mídia social , para recriar a experiência do " estádio online". fazendo com que as transmissões esportivas ao vivo , evoluam para fazer os espectadores se sentirem ainda mais intimamente ligados com a ação em campo . 
Essa é a "deixa" para os operadores de TV A Cabo, que devem abraçar a experiência de plataformas sociais ,mesmo correndo os riscos de elevar seu churn. 
O risco para os operadores de não irem para plataformas sociais é muito maior do que o de fazê-lo", disse Dixon, durante o congresso.
Há também uma razão totalmente positiva, para abraçar a mídia social, que é poder aumentar o envolvimento e a visualização em plataformas tradicionais. Ela tem um forte valor promocional e também fornece ferramentas valiosas para se medir a audiência e principalmente o comportamento e desempenho do conteúdo. Clips do YouTube são agora usados para medir a popularidade do conteúdo, de modo que, por sua vez a TV Social Media está cada vez mais sendo levada a sério.
 Isso tem criado inclusive um outro fenomêno:
Antigamente os Broadcasters entravam com pedidos de retirada de tal conteúdo alocado indevidamente no YouTube. Mas recentemente, o numero desses pedidos quase desapareceu, ou seja, aparentemente os Broadcasters, não estão mais emitindo pedidos pois quando vêem seus conteúdos no You Tube, eles reconhecem o seu valor promocional, e direta ou indiretamente, serve para o crescimento da audiência do conteúdo na própria TV .
Na verdade, o poder da mídia social está no conhecimento das preferências e comportamentos dos seus usuários, que é muito maior do que os Broadcasters têm sido capazes de obter através de análises baseadas em dados ou pesquisas de amostragem,ou o chamado Ibope .
A mídia social, portanto, traz o alcance de melhores serviços voltados para famílias e indivíduos. Isto pode ser melhorado por meio do engajamento e da interação em torno do conteúdo, que vai fornecer insights e oportunidades para continuar a medir as preferências dos usuários de forma mais eficaz.
Também esta é uma oportunidade para novos serviços construídos a partir do zero , para a integração de mídia social com a TV ou outras plataformas ainda nem lançadas. 
Uma delas é o Sentab, uma plataforma OTT , que combina a interação de mídia social com a TV ao vivo em uma plataforma over-the-top (OTT). Ao mesmo tempo, que exibe um programa de Perguntas e Respostas, os desenvolvedores demonstraram como as emissoras podem obter diretamente da audiência o seu engajamento. Eles monitoram o número de tweets diretamente ligados ao show e incentivam os telespectadores a enviar suas próprias perguntas, para o painel, dessa forma, isto tem sido, de grande ajuda para aumentar tanto o engajamento do público ,quanto ajudam a animar o show com base na resposta da audiência.
Também tem o efeito colateral de "convercer" alguns espectadores mais velhos incentivando-os a usar as mídias sociais, para se envolver com seu programa predileto. Isto destaca uma oportunidade para emissoras que apreciam a importância de grupos demográficos mais velhos, que têm mais dinheiro para gastar ,porem estão menos inclinados a ser mexer enquanto assistem em seus smartphones.
Por fim, um outro aspecto dos meios de comunicação social, que novamente pode ser uma oportunidade , encontra-se no conteúdo gerado pelo usuário, especialmente no lado da captação de notícias. Por definição repórteres nem sempre ,podem estar ,em todos os locais ,onde a noticia esta . A quebra desse paradigma, pode estar nas plataformas de mídia social, que recebem muitos "furos jornalisticos" e estão cada vez mais onde a primeira filmagem , ou fotografia é capturada, geralmente por um smartphone ou web can.
Há grande potencial para emissoras em entrar e trabalhar com essas fontes para melhorar a qualidade e proporcionar alguma forma de moderação.
A TV VANGUARDA, do Interior de São Paulo, possui um aplicativo intitulado : Vanguarda Reporter, onde todo usuário é transformado em um potencial reporter da emissora ,e incentivado a mandar videos ou fotos de acontecimentos da cidade, contribuindo com isso para a produção do jornalismo local .
Com isso concluímos que , ao contrario do que pode julgar nossa van filosofia, as midias sociais não estão matando a TV e sim transformando-a em algo mais próximo do usuário que ja percebeu que não há escolha a não ser ficar engajado !
Deixe sua opnião, compartilhe esse poste e me siga ,para receber mais artigos como esse!!

segunda-feira, 10 de julho de 2017

5 previsões feitas por Bill Gates em 1999 que são realidade hoje

1. TVs inteligentes e serviços de streaming

Smart TV

"Quando quiser assistir à TV, você poderá olhar o guia de programação na tela ou usar outro software para ver o que está sendo transmitido. Você compartilhará suas preferências com a emissora, que, por sua vez, monitorará seus padrões de visualização, oferecendo-lhe vários programas entre os milhares disponíveis na TV digital", escreveu Gates.
"Com o tempo, o principal resultado da TV digital será proporcionar interatividade, software inteligente, publicidade dirigida, ofertas de vendas e a internet. As empresas vão oferecer conteúdos novos que podem ser baixados mediante o pagamento de uma taxa."
Direito de imagem Getty Images/iStock
Image caption Smart TVs (ou TVs inteligentes) podem se conectar à internet e transmitir conteúdos de serviços de streaming como Netflix, HBO Now, Filmstruck, etc
Atualmente, as chamadas TVs inteligentes podem se conectar à internet e transmitir conteúdos de serviços de streaming como Netflix, HBO Now, Filmstruck, entre outros.
Essas plataformas reforçam o que Gates havia previsto: são interativas, oferecem um menu amplo de programação, conhecem nossas preferências e nos recomendam o que ver, por meio do pagamento de uma assinatura.

2. Redes sociais

Facebook e WhatsApp

"Enquanto o jantar estiver sendo preparado, você entra em um site restrito à sua família e vê que todos estão em uma sala de bate-papo para discutir o que fazer quando se encontrarem", disse Gates.
"O site conecta os colegas de trabalho, amigos e famílias de novas formas. Formam-se comunidades baseadas nos interesses compartilhados em todo o mundo (...) Ao permitir que a gente faça compras, receba notícias, se reúna, se divirta e bisbilhote de maneiras que só agora estamos começando a entender, a internet está se tornando a praça da cidade na qual o mundo se transformará amanhã."
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Image caption Redes sociais como Facebook e WhatsApp permitem criar grupos privados
Embora em 1999 já existissem salas de bate papo, elas não eram usadas como hoje para coordenar atividades com pessoas próximas.
Atualmente, as redes sociais e o serviços de mensagens instantâneas, como o Messenger e o WhatsApp, permitem organizar eventos com amigos e familiares, criar grupos privados e formar comunidades cada vez maiores de pessoas, em todo o mundo.

3. Ofertas ou publicidade inteligente

No livro, Bill Gates descreve o cenário em que um "programa de software sabe que você reservou uma viagem e sugere várias coisas para fazer no seu destino". "O programa também o informa sobre a tarifa aérea mais recente e a mais baixa para viajar. Você reserva a oferta e as tarifas mais baixas digitalmente", continua.
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Image caption Sites exibem anúncios customizados para cada usuário
"Alguns usuários podem temer que os anunciantes tenham excesso de informação sobre eles. Mas o software fará o possível para que as pessoas revelem somente a informação que querem revelar. Por exemplo, a maioria delas não se importaria se os anunciantes recebessem padrões de visualização."
Na prática, vemos hoje em nossas redes sociais publicidade personalizada, que se baseia na nossa idade, nos idiomas que falamos, nos assuntos que nos interessam, nos sites que visitamos ou nos conteúdos que compartilhamos.

4. Recrutamento digital

Sede de Linkedin

Sobre o mundo do trabalho, Gates escreveu que "a tecnologia na web torna possível que (...) as pessoas que buscam trabalho encontrem mais oportunidades de emprego que satisfaçam seus interesses e necessidades particulares, se têm habilidades altamente especializadas, por exemplo, ou se só querem trabalhar por algumas horas".
Atualmente, redes sociais como a LinkedIn permitem a empregadores publicar vagas e às pessoas que buscam trabalho divulgar seus currículos, conectar-se com colegas e empresas, além de buscar ofertas que atendam a seus interesses.
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Image caption Linkedin é a maior rede social de negócios do mundo

5. Internet das coisas e dispositivos móveis

Gates também afirma em seu livro que "você carregará uma ou mais dispositivos pequenos para permanecer constantemente em contato e para fazer transações eletrônicas de onde estiver".
"Essas máquinas também estarão em diferentes cômodos de sua casa. Em qualquer um deles, será possível usar o e-mail, obter informação financeira, receber os últimos boletins meteorológicos e acompanhar as notícias de seu voo", acrescenta.
Gates previu mais. Segundo eles, os dispositivos "serão conectados por meio de cabos ou mediante tecnologias que não utilizem cabos". "Apesar de elas funcionarem de forma independente, compartilharão dados entre si de forma automática. Essas máquinas vão se tornar parte do cotidiano."
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Image caption Assistentes pessoais digitais, como Siri, estão a um toque do celular
"Quando sair do escritório, seu assistente pessoal digital baixará seu correio eletrônico, que poderia incluir uma lista de compras enviada por seu marido ou mulher (...) Seu assistente digital é suficientemente inteligente para falar com todos os dispositivos que precisam saber de seus horários", acrescenta.
Hoje, podemos ter acesso a nossos e-mails ou ler notícias em nossos smartphones ou até mesmo em nossos relógios inteligentes.
Ou falar com nossos telefones por meio de assistentes pessoais digitais como Siri (Apple) ou OK Google (Android).
Além disso, alto-falantes inteligentes como Amazon Echo, Google Home e HomePod (Apple), concebidos para funcionar dentro das casas, respondem a comandos de voz do usuário para reproduzir música, configurar alarmes e oferecer informação em tempo real sobre o clima ou o trânsito.
Também permitem controlar outros aparelhos inteligentes do local onde estivermos

sábado, 8 de julho de 2017



O PODER DO HABITO


Segundo o autor, a chave para se exercitar regularmente, perder peso, educar os filhos, tornar-se mais produtivo, criar empresas revolucionárias e alcançar o sucesso é entender como os hábitos funcionam. Ele procura mostrar que, ao dominar esta ciência, todos podem transformar suas empresas e suas vidas.

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Confira aqui a agenda de desligamento do sinal analógico de TV nas Cidades.

 

 

 

Confira aqui a agenda de desligamento do sinal analógico de TV nas Cidades.

Até o final deste ano, serão 6 capitais que irão receber apenas o sinal digital. Já durante o ano de 2018, serão mais 19 capitais. Quem possuir a TV com sistema analógico nestas cidades, deverá adquirir um conversor para o sinal, além de uma antena digital.

Datas e desligamentos previstos ainda em 2017:

Desligamento em 26 de julho de 2017

  • Recife – Pernambuco

Desligamento em 27 de setembro de 2017

  • Fortaleza – Ceará
  • Salvador – Bahia

Desligamento em 25 de outubro de 2017

  • Rio de Janeiro – Capital
  • Vitória – Espírito Santo

Desligamento em 08 de novembro de 2017

  • Belo Horizonte – Minas Gerais

Desligamento em 31 de janeiro de 2018

  • Curitiba – Paraná
  • Florianópolis – Santa Catarina
  • Porto Alegre – Rio Grande do Sul

Desligamento em 28 de março de 2018

  • São Luís – Maranhão

Desligamento em 30 de maio de 2018

  • Aracaju – Ceará
  • Belém – Pará
  • João Pessoa – Paraíba
  • Maceió – Alagoas
  • Manaus – Amazonas
  • Natal – Rio Grande do Norte

Desligamento em 31 de maio de 2018

  • Teresina – Piauí

Desligamento em 28 de novembro de 2018

  • Boa Vista Roraima
  • Campo Grande – Mato Grosso do Sul
  • Cuiabá – Mato Grosso
  • Macapá – Amapá
  • Palmas – Tocantins
  • Porto Velho – Rondônia
  • Rio Branco – Acre
O programa de desligamentos do sinal analógico e liberação do sinal digital se iniciou em fevereiro de 2016, na cidade de Rio Verde, no Estado de Goiás.
Até o ano de 2018 serão 1,3 mil cidades do Brasil com o sinal analógico desligado, conforme a estimativa do MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações).

terça-feira, 27 de junho de 2017

Em parceira com a Record TV, Twitter realiza seu primeiro Live no Brasil

Nesta segunda-feira, 26, o Twitter realizou  o primeiro Live de evento no Brasil, diretamente da plataforma. A iniciativa  realizada em parceria com a Record TV e patrocinada pela marca Pantene, em ação da agência iProspect. A partir das 22h30, quem entrou no Twitter no Brasil pode acompanhar a final do reality show musical ‘Dancing Brasil’, exibido pela emissora.
record tv - live - twitter
Para acompanhar o programa via web, os  internautas puderam clicar na aba Explorar para encontrar o "botão Live"  em destaque no topo da página, ou acessar o perfil @dancingbrasil por computador, celular, tablets e outros dispositivos conectados. Apresentada por Xuxa Meneghel, a atração também foi transmitida normalmente pela Record TV.
De acordo com a rede social, o Live do ‘Dancing Brasil’ no Twitter tinha o objetivo de ser uma experiência complementar para o público. Na plataforma, foi  possível acompanhar a final do programa e interagir com todas as conversas sobre o episódio em um mesmo ambiente.
“A experiência do Live no Twitter não se resume a assistir: o público também fica a par do que está sendo falado sobre o assunto em tempo real e pode fazer parte dessa conversa, tudo em uma única tela. O fato de a primeira transmissão no Brasil envolver justamente conteúdo premium de TV aberta, com parceiro da relevância da Record TV, só reforça que o vídeo ao vivo no Twitter é janela complementar e importante nas estratégias de distribuição”, afirma o diretor de parcerias de entretenimento do Twitter para a América Latina, Sergio Floris.
Superintendente de estratégia multiplataforma da Record TV, Antonio Guerreiro ressalta que, com a ação, o canal e suas unidades multiplataforma ACLR, R7 e EngageGo oferecem ao espectador a possibilidade de interagir em tempo real com o conteúdo da final do reality enquanto decide quem leva o grande prêmio da temporada. 
Segundo os responsáveis pela iniciativa, o formato Live faz parte de estratégia global da rede social lançada no ano passado. Eventos de esportes (como a Liga de Basquete Profissional Feminino dos EUA), de entretenimento (como o show beneficente da cantora Ariana Grande, em Manchester, no Reino Unido) e de política (como a cerimônia de posse do presidente americano Donald Trump), por exemplo, já foram transmitidos ao vivo na plataforma. No primeiro trimestre de 2017, o Twitter teve globalmente mais de 800 horas de Live de cerca de 450 eventos.

terça-feira, 20 de junho de 2017

Chip de celular está a caminho da extinção; entenda o que vem por aí !!

Há alguns anos se discute a adoção do eSIM, uma tecnologia que poderia tornar o chip de celular em coisa do passado. Com especificações reveladas desde 2013, até hoje não houve muitas tentativas de transformar a proposta em realidade, com a tecnologia mais próxima sendo o Apple SIM, disponibilizado com alguns modelos de iPad da empresa.
Para quem não sabe, a ideia do eSIM, cuja tradução da sigla significa “SIM incorporado”. O que a tecnologia propõe é substituir o chip tradicional de celular, que deixaria de ser removível. Isso não significa, no entanto, que você ficaria preso para sempre com uma única operadora. A proposta é que o eSIM permita alternar entre operadoras sem precisar trocar de chip, realizando o procedimento apenas virtualmente. O objetivo é, entre outras coisas, eliminar a necessidade da infame chavinha para abrir a gaveta do SIM.
Mais do que isso, o eSIM pode eliminar uma chateação que todo mundo que já viajou para o exterior conhece, que é a corrida para encontrar um chip de uma operadora local ao chegar ao seu destino. O SIM virtual permite simplesmente adquirir um pacote de alguma empresa sem precisar ir até a loja mais próxima.
Após vários anos de estagnação, o cenário começa a mudar. Se a Computex nos ensinou alguma coisa, é que as parcerias para tirar o eSIM do papel estão começando a acontecer. Microsoft, Intel e Qualcomm, por exemplo, já estão viabilizando uma nova geração de laptops feitos para serem extremamente leves, portáteis e, principalmente, sempre conectados graças à presença de um chip celular, proporcionando acesso a redes de internet móvel 4G.
Em dispositivos com tecnologia Intel, o eSIM já será suportado nos modems XXMTM 7260 e o XMM 7360. Enquanto isso, a Qualcomm já oferece esta possibilidade em dispositivos com o chipset Snapdragon 835. No entanto, isso não significa que só os aparelhos equipados com o suporte ao eSIM poderão tirar vantagens do recurso, uma vez que bastaria abrir a gavetinha de um dispositivo qualquer e inserir um adaptador no lugar do chip tradicional.
Para isso, no entanto, são necessárias algumas mudanças em como as coisas funcionam atualmente. As operadoras precisam dar suporte à tecnologia, e a Microsoft diz que já há 20 empresas no mundo inteiro prontas para abraçar o eSIM. Além disso, no caso dos PCs, a empresa também promete uma interface especial no Windows 10 para facilitar a seleção entre diferentes pacotes.
A adoção do eSIM também abre a possibilidade para a criação de dispositivos móveis menores e mais finos. Em laptops ou celulares, isso pode não fazer muita diferença, já que a gaveta para chips não ocupa tanto espaço assim. No entanto, isso pode revolucionar os relógios conectados, que acabam ficando excessivamente grandes quando oferecem suporte a conectividade celular, como é o caso de dois modelos da Samsung, já compatíveis com a tecnologia. Com o advento da internet das coisas e uma nova geração de objetos online, a tendência é que a adoção do eSIM comece a crescer em ritmo acelerado.
Como estamos no Brasil, existe um outro fator a ser levado em consideração. Por aqui, é extremamente comum usarmos o sistema de dois chips, o dual-SIM. Existe a chance que o eSIM venha a matar a possibilidade, mas se realmente houver demanda para manter o suporte a duas operadoras no mesmo celular, não há por que pensar que a indústria não se movimentaria para proporcionar o uso de duas redes, mesmo com chips virtuais.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Investimentos em mídia digital alcançam TV pela primeira vez na história !!

A pesquisa mostra, por exemplo, que 26% das pessoas que clicam em um anúncio do Facebook chegam a comprar o produto ou serviço oferecido dentro de 30 dias. 

O último relatório anual realizado pela Kleiner Perkins Caufield & Buyers aponta um dado um tanto quanto surpreendente para quem trabalha com comunicação e mídia.
Em menos de 23 anos de existência a internet ultrapassa a televisão, em relação ao volume de dinheiro investido em mídia nesses veículos, nos EUA. Para quem acompanha esses dados desde 1995, os números não são necessáriamente uma surpresa, mas o caminho foi longo para chegar até esse ponto.
dados de investimento em midia digital comparativo com tvA mídia digital, desde seu surgimento, teve seus altos a baixos. Passou pela bolha especulativa no final da década de 90 que teve seu auge nos anos 2000. (Se analisarmos o gráfico, o efeito da bolha só começou a cessar em 2004). De lá pra cá, o mercado digital teve que lidar com desconfiança, falta de conhecimento técnico do mercado, déficit de profissionais qualificados, baixa qualidade de conexão e infraestrutura, baixa penetração de mercado, dificuldade de adaptação dos consumidores e clientes. Passou por todo esse processo e chegou ao topo do mercado publicitário em menos de 23 anos. Podemos dizer que foi uma ascensão rápida para um mercado tão competitivo e distinto.

Grande parte da ascensão da mídia digital está nos resultados que ela oferece. Os formatos de publicidade, na internet, estão se aprimorando e a pesquisa mostra que seus usuários estão correspondendo de forma positiva, ou seja, interagindo e adquirindo produtos com mais confiança.

Dados também apontam que Google e Facebook continuam crescendo acima da média dos outros players do mercado, com respectivos 20% de crescimento ao ano para o Google e 62% de crescimento ao ano para o Facebook.

 

dados de compras pela publicidade feita no facebook 

 

quinta-feira, 15 de junho de 2017

ATINGIMOS +1000 SEGUIDORES NO LINKED IN :MUITO OBRIGADO !!

Porque as pequenas conquistas também devem ser comemoradas, gostaria de agradecer a todos que de alguma maneira colaboram para fazer do micro-blog TVDIGITALBR , um veiculo de noticias do mundo broadcasting , hoje atingimos a marca pessoal de +1000 seguidores no Linked In, muito desses atraidos pelos artigos e ideias divididas aqui com vocês . Muito obrigado a todos pelo apoio e confiança ! # https://lnkd.in/eCPSyz7 #tvdigital #broadcast

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Os 10 Aplicativos Mais Usados no Brasil, no Android

aplicativos-mais-usados-brasil

Você provavelmente tem um smartphone. E se você se perguntasse qual aplicativo você não pode viver sem? Bem, se nós realmente buscarmos, provavelmente encontraremos que o brasileiro tem não somente uma aplicação que o considera essencial sobre o telefone, mas vários!
No mundo digital, aplicativos tornam-se sucesso rapidamente, mas se você não manter um bom nível de atualizações… Mais rápido que o sucesso vem, ele vai. Então, desenvolvedores de todo o mundo têm cada vez mais dificuldades para criar apps capazes de conquistar o público. Dito isto, você sabe quais são as 10 aplicações android mais usadas no Brasil?
O laboratório de estatísticas Cheetah foi atrás da resposta Global.
01. WhatsApp
02. Facebook
03. Google Chrome
04. Google
05. YouTube
06. Facebook Messenger
07. CM Security AppLock AntiVirus
08. Clean Master (Boost & AppLock)
09. Google Play Services
10. Instagram
Os dados não surpreendeu, na verdade. Mas uma coisa que se destaca na lista. Somente a empresa Facebook tem quatro aplicativos entre os 10 mais baixados; Além disso, o Google tem outros 4. É tal um monopólio.
E você, quais aplicativos você usa?

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Facebook lança aplicativo de vídeos para Android TV

Usuários poderão assistir vídeos ao vivo, de amigos e conteúdos sugeridos pela rede social na tela da TV


Sem nenhum grande anúncio, o aplicativo do Facebook na Play Store foi atualizado para funcionar também na Android TV. No entanto, não se anime se achar que vai poder usar a tela grande da televisão para ver fotos dos amigos e distribuir curtidas na rede social: o novo app do Facebook irá apenas exibir vídeos postados por pessoas de sua rede de amigos e por páginas curtidas, como se fosse um YouTube baseado na rede.
Para usar a rede social na Android TV, não foi criada um novo aplicativo ou um novo tipo de recurso. Qualquer pessoa com uma TV com o programa do Google só precisa acessar a Play Store e baixar o app do Facebook.  Em seguida, deve acessar uma página específica para o recurso, entrar em sua conta por meio do celular ou do computador para resgatar um código para Android TV e, por fim, digitar o tal número na tela da televisão.
Quando estiver conectado, o aplicativo do Facebook irá mostrar uma série de categorias: a Sugeridos, que mostra vídeos compartilhados por amigos e outros conteúdos indicados pela rede; o Ao Vivo, com "lives" que estão acontecendo naquele momento; a página de Games, que mostram vídeos com transmissões de jogos e, por fim, o "Your Vídeos", que mostram conteúdos em vídeos que você mesmo publicou na rede social.
Apesar de inusitada, a atualização do aplicativo para Android TV faz sentido, uma vez que o Facebook está prestes a lançar um serviço de conteúdos originais. 

Brasil já é 9° colocado no ranking de adoção de IPv6 no Mundo !!

O último relatório trimestral da Akamai mostrou a evolução do Brasil na adoção da nova versão do protocolo IP. Em um ano, o país passou da 16ª posição, para a 9ª.Segundo o relatório, 13% do tráfego no Brasil já é no novo protocolo. A Net aparece na lista dos 20 maiores provedores do mundo por volume de tráfego em IPv6 (22%).O levantamento mostra que a Bélgica segue em distante liderança, com 38% do tráfego em IPv6, seguida da Grécia (25%), EUA (22%), Suíça e Trinidad e Tobago (ambos com 21%), Alemanha (20%), Índia (17%), Estônia (16%), Brasil e Reino Unido (ambos com 13%).

Especialistas destacam crescimento do protocolo de Internet IPv6 na América Latina e no Caribe

O protocolo IPv6, chave para o desenvolvimento e crescimento da Internet, atingiu níveis significativos de implantação e tráfego na região no último ano, segundo concluíram referentes de Tecnologias da Informação (TICs) durante o evento LACNIC 27 que reuniu in situ mais de 735 participantes.
O protocolo IPv6 é fundamental não só impulsionar o desenvolvimento da Internet das Coisas (IoT) na região, mas também constitui uma ferramenta vital para conectar 40% dos latino-americanos que ainda não têm Internet, afirmou Warder Maia, presidente da LACNIC.
LACNIC 27, o maior encontro de profissionais da Internet da América Latina e do Caribe, foi realizado em Foz do Iguaçu com o apoio de NIC.br e CGI.br.
Maia ressaltou que em 2017 é comemorado os 15 anos de vida institucional da LACNIC e colocou especial ênfase na construção da comunidade do Registro Regional da Internet, o que permitiu o desenvolvimento da Rede adequada para as necessidades dos latino-americanos e caribenhos.
A América Latina e o Caribe atingiram este ano uma penetração da Internet de 59,6%. De acordo com os últimos números, a comunidade da Internet da região chegou a 385 milhões de usuários, incorporando 40 milhões novos no ano passado. “É motivo de orgulho e ao mesmo tempo um duplo desafio, porque precisamos conectar aqueles que não estão conectados e, ao mesmo tempo, manter na Rede os que já estão”, acrescentou Maia.
Durante o evento, foram abordadas tendências tecnológicas emergentes e seu impacto no desenvolvimento futuro da Internet para os próximos 10 anos no painel “A Internet do futuro: sua evolução nos próximos 10 anos”. Moderado por Oscar Robles (CEO da LACNIC), o painel contou com a participação de Adiel Akplogan (ICANN), Christine Hoepers (CGI.br), Flavio Amaral (Netflix) e Matías Quintanilla (Telefônica Argentina).
Além disso, pela primeira vez um encontro da LACNIC contou com a presença de Göran Marby, CEO da ICANN, que apresentou “ICANN – após a transição das funções de supervisão da IANA”. O CEO DA ICANN reconheceu o trabalho da comunidade de números e, em relação à América Latina e ao Caribe, destacou o crescimento do IPv6.
Dos cinco dias do evento houve uma jornada dedicada ao IPv6 Day com um painel de casos de sucesso onde foram apresentadas as boas práticas e exemplos da região (Telefônica Brasil, COPEL, ANTEL do Uruguai e Telecentro Argentina)
Outro destaque do LACNIC 27 foi a apresentação do primeiro grupo antiabuso da região, uma iniciativa para fortalecer a luta contra as ameaças on-line.
Enquanto isso, o impulso da LACNIC por uma maior participação das mulheres nas TICs da América Latina e do Caribe foi refletido na grande participação no painel de diversidade e inclusão. Organizado pela lista de discussão de IT Woman, esta iniciativa procurou reforçar o papel feminino na comunidade da Internet da região.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

TV Digital: Goiânia fica abaixo da meta e apagão é adiado

O desligamento dos sinais analógicos de televisão será adiado em Goiânia e outras 28 cidades da região metropolitana. A decisão prorrogar o prazo, agora para 21/6, se deu em reunião do grupo de implementação da digitalização, que reúne emissoras, operadoras móveis, Anatel e governo. Segundo a mais recente pesquisa do Ibope, apenas 88% dos domicílios na região estão prontos para os sinais digitais. 
“Como a pesquisa não chegou nos 90%, O Desligamento vai ficar em aberto para que cada radiodifusor tenha o prazo limite de 21/6 para o desligamento.
O mesmo aconteceu em Brasília, que tinha desligamento analógico previsto para 26/10 do ano passado, mas também chegou ao dia previsto com apenas 88% dos lares aptos a receber os sinais digitais. A regra prevê que o ‘apagão’ analógico exige 93% dos domicílios preparados – e como a margem de erro é de três pontos, o Gired considera 90% como a marca a ser batida. 
A pesquisa foi realizada na semana de 20/5 e segundo a Seja Digital, empresa que atua como braço operacional da transição, as projeções indicam que 90% devem ser atingidos no prazo. Ainda assim, o Gired preferiu adiar. Na prática, também deve se repetir o que foi visto em Brasília, com algumas emissoras fazendo o desligamento analógico já, como as TVs legislativas, enquanto as TVs comerciais só terão transmissão exclusivamente digital a partir da nova data. 
Para o presidente da Seja Digital, Antonio Marteletto, embora o ritmo de preparação de Goiânia e região esteja acelerado, o “atraso” estaria relacionado a uma maior proporção da população de baixa renda no total. “A representatividade da classe C2DE, de baixa renda, é 50% da população nos 1,3 milhão de domicílios de Goiânia e região. Em Brasília eram apenas 42%. Em São Paulo, 37%”, avaliou. 
Lá, já foram entregues mais kits de conversor e antena do que o previsto – 330 mil, contra 278 mil inicialmente estimados. “Entregamos mais kits do que beneficiários de programas sociais, porque tem população carente que não está listada. Estamos distribuindo 30 mil kits por semana e vamos continuar até 45 dias depois da nova data de desligamento”, completou Marteletto. 

Uso de 700 MHz para 4G está liberado em 74 cidades, sete capitais

O grupo de implantação da TV Digital, formado por emissoras, teles móveis, Anatel e governo, aprovou 
 a entrada em operação do sinal de banda larga móvel na faixa de 700 MHz em sete capitais, Boa Vista (RR), Fortaleza (CE), Macapá (AP), Natal (RN), Rio Branco (AC), Recife (PE), Maceió (AL), e em mais 67 cidades.
A liberação faz parte da transição em curso, de desligamento gradual dos sinais analógicos de TV, que em diversas regiões no país faz uso da faixa de radiofrequência de 700 MHz. Aos poucos esse naco do espectro que deixa de ser usado para transmitir TV e passa a transmitir pacotes de dados para smartphones. 
Segundo a Anatel, o uso efetivo da faixa no 4G ainda espera, pelo menos, 30 dias. Até lá, no que chama de “mitigação preventiva de interferências”, haverá informações à população sobre como proceder no caso de interferência do sinal da banda larga móvel na TV aberta. 
Em Recife e Maceió o prazo pode ser ainda maior. A Anatel alega que “há  ainda a necessidade alteração de canais de radiodifusão para o início do processo de mitigação. Nas demais cidades, o  período de mitigação preventiva já pode ser iniciado”.
Diz a Anatel que “até o momento não foi confirmada nenhuma interferência da banda larga móvel operando na faixa de 700 MHz na TV aberta nos municípios onde já ocorre a convivência dos serviços”. Caso aconteça, as pessoas devem procurar o site da TV Perfeita [aka EAD ou Seja Digital] “que atuará em caso de possíveis interferências de sinal”.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Governo publica novo cronograma da TV Digital

Saiu nesta segunda-feira, 29/5, na antevéspera de mais um desligamento, a Portaria do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações que oficializa o adiamento do ‘apagão’ dos sinais analógicos em Salvador, Fortaleza e Belo Horizonte, além de todos os municípios do interior de São Paulo.
O documento também consolida nesta nova Portaria 2.992/17 o conteúdo das outras quatro que a precederam, daí reafirmar o critério de 93% de domicílios aptos a receber os sinais digitais para permitir o desligamento analógico, bem como discriminar missões do Gired, o grupo de emissoras, teles, Anatel e governo que coordena a transição. Também foram incluídas as normas relacionadas à publicidade sobre o desligamento.
O novo cronograma atende pleito da Seja Digital, a empresa criada pelas operadoras móveis que é na prática o braço operacional da transição digital. Responsável pela distribuição de conversores e antenas para famílias pobres, a Seja Digital pediu mudanças por conta de atrasos na entrega dos equipamentos pelos fornecedores chineses.
Como previsto, está mantido o desligamento dos sinais analógicos em Goiânia e região (29 municípios) para próxima quarta-feira, 31/5. O passo seguinte será Recife e região (14 municípios), em 26/7. Já as regiões de Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Juazeiro do Norte e Sobral foram empurradas para frente.
Pelo novo cronograma, o desligamento no Ceará (24 municípios) e na Bahia (20 municípios) será em 27/9. Já em Minas Gerais, Belo Horizonte e outras 38 cidades da região terão ‘apagão’ analógico em 8/11. Duas semanas depois será a vez das regiões de Campinas, Franca, Ribeirão Preto, Santos e Vale do Paraíba (130 municípios)

terça-feira, 23 de maio de 2017

A NOVA GRADE DE PROGRAMAÇÃO NETFLIX LISTA O QUE AS PESSOAS QUEREM VER E QUANDO QUEREM !!

O que assinantes da Netflix mais assistem pela manhã, de tarde e durante a noite

CAFÉ COM HUMOR
As comédias são as mais assistidas no início do dia. Segundo a Netflix, a chance de assinantes verem uma obra de humor às 6h é 34% maior do que no restante do dia. No Brasil, a opção por comédias durante a manhã é 78% maior do que nos demais horários. Entre os programas mais vistos do gênero estão "Master of None", "Fuller House" e "Two and a Half Men"
À JAPONESA
Pela manhã e no horário do almoço, os animes recebem a sua maior audiência. Séries como "Naruto", "Bleach" e "Death Note" tem audiência acima da média entre 6h e 12h no México, na Colômbia e na Argentina.
No Brasil, o gênero é mais visto entre as 2h e as 14h
PAUSA PARA O ALMOÇO
No mundo todo, os dramas representam quase a metade (47%) da audiência do serviço entre as 12h e as 14h; "Narcos", "House of Cards" e "Grey's Anatomy" estão entre as séries favoritas. No Brasil, há uma preferência pelo meio-dia. Nesse horário, a chance de um assinante do país ver uma série é 25% maior do que no resto do mundo
FINDA O DIA
À noite, dramas com uma pitada de suspense, como "Stranger Things", "Dexter" e "Breaking Bad", estão entre os preferidos dos assinantes. A busca por títulos desse gênero tem, no mundo, um aumento de 27% por volta das 21h. Esse horário se estende até as 3h no Brasil
CORUJÃO
Logo antes de dormir, contudo, a busca é por séries mais leves ou com mais humor, caso de "Friends", "That '70s Show" e "BoJack Horseman".
Já as madrugadas são destinadas a documentários como "Chef's Table", "Making a Murderer" e "Planet Earth" –o gênero tem um aumento de 24% nesse horário. No mundo, 15% dos assinantes veem alguma série entre meia-noite e 6h, mas no Japão e na Coreia esse número sobe para 21%

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Aqui estão as 8 principais tecnologias IoT para 2017 e 2018 de acordo com o Gartner:

1) IoT Segurança

O IoT apresenta uma ampla gama de novos riscos e desafios de segurança para os dispositivos IoT, suas plataformas e sistemas operacionais, suas comunicações e até mesmo os sistemas aos quais eles estão conectados. Serão necessárias tecnologias de segurança para proteger dispositivos e plataformas IoT de ataques de informação e manipulação física, criptografar suas comunicações e enfrentar novos desafios, como representar "coisas" ou ataques de negação de sono que drenam as baterias. A segurança de IoT será complicada pelo fato de que muitas "coisas" usam processadores simples e sistemas operacionais que podem não suportar abordagens de segurança sofisticadas.

"Experientes especialistas em segurança IoT são escassos, e as soluções de segurança estão atualmente fragmentadas e envolvem vários fornecedores", disse Jones. "Novas ameaças surgirão até 2021, à medida que os hackers encontrarem novas maneiras de atacar os dispositivos e protocolos IoT, então" coisas "de longa duração podem precisar de hardware e software atualizáveis ​​para se adaptarem durante sua vida útil.

2) IoT Analytics

Os modelos de negócio da IOT explorarão as informações coletadas por "coisas" de várias maneiras - por exemplo, para entender o comportamento do cliente, para fornecer serviços, para melhorar produtos e para identificar e interceptar momentos de negócios. No entanto, IoT exige novas abordagens analíticas. Novas ferramentas analíticas e algoritmos são necessários agora, mas à medida que os volumes de dados aumentam até 2021, as necessidades do IoT podem divergir ainda mais das análises tradicionais.

3) Gerenciamento do Dispositivo IoT (Coisas)

As "coisas" vao exigir gestão e monitoramento. Isso inclui monitoramento de dispositivos, atualizações de firmware e software, diagnósticos, análise e relatórios de falhas, gerenciamento físico e gerenciamento de segurança. O IoT também traz novos problemas de escala para a tarefa de gerenciamento. As ferramentas devem ser capazes de gerenciar e monitorar milhares e talvez até milhões de dispositivos.

4) Redes de IoT de baixa potência e de curto alcance

A seleção de uma rede sem fio para um dispositivo IoT envolve o equilíbrio de muitos requisitos conflitantes, como alcance, duração da bateria, largura de banda, densidade, custo de ponto final e custo operacional. As redes de baixa potência e de curto alcance dominarão a conectividade sem fio IoT até 2025, superando em muito as conexões usando redes IoT de área ampla. No entanto, os trade-offs comerciais e técnicos significam que muitas soluções irão coexistir, sem um único vencedor dominante e clusters emergentes em torno de certas tecnologias, aplicações e ecossistemas de fornecedores.

5) Redes de baixa potência e de área ampla

As redes celulares tradicionais não oferecem uma boa combinação de recursos técnicos e custos operacionais para as aplicações IoT que precisam de cobertura de área ampla combinada com largura de banda relativamente baixa, boa vida útil da bateria, baixo custo de hardware e operação e alta densidade de conexão. O objetivo de longo prazo de uma rede IoT de área ampla é fornecer taxas de dados de centenas de bits por segundo (bps) para dezenas de kilobits por segundo (kbps) com cobertura nacional, uma bateria de até 10 anos, um ponto final Custo de hardware de cerca de US $ 5 e suporte para centenas de milhares de dispositivos conectados a uma estação base ou equivalente. As primeiras redes de área ampla de baixa potência (LPWANs) foram baseadas em tecnologias proprietárias, mas, a longo prazo, os padrões emergentes como o Narrowband IoT (NB-IoT) provavelmente dominarão este espaço.

6) Processadores IoT

Os processadores e arquiteturas usados ​​pelos dispositivos IoT definem muitas de suas capacidades, como se eles são capazes de segurança e criptografia fortes, consumo de energia, se eles são sofisticados o suficiente para suportar um sistema operacional, firmware atualizável e agentes de gerenciamento de dispositivos incorporados. Tal como acontece com todo o design de hardware, há complexo trade-offs entre recursos, custo de hardware, custo de software, upgradability de software e assim por diante. Como resultado, entender as implicações das opções de processador exigirá habilidades técnicas profundas.

7) Sistemas operacionais IoT

Os sistemas operacionais tradicionais (SOs), como o Windows eo iOS, não foram projetados para aplicativos IoT. Eles consomem muito poder, precisam de processadores rápidos e, em alguns casos, carecem de recursos como a garantia de resposta em tempo real. Eles também têm uma grande pegada de memória para dispositivos pequenos e podem não suportar os chips que os desenvolvedores de IoT usam. Conseqüentemente, uma ampla gama de sistemas operacionais específicos de IoT foi desenvolvida para atender muitas pegadas de hardware diferentes e necessidades de recursos.

8 )
Processamento de fluxo de eventos

Algumas aplicações IoT gerarão taxas de dados extremamente altas que devem ser analisadas em tempo real. Sistemas que criam dezenas de milhares de eventos por segundo são comuns e milhões de eventos por segundo podem ocorrer em algumas situações de telecomunicações e telemetria. Para atender a esses requisitos, surgiram plataformas de computação em fluxo distribuído (DSCPs). Geralmente, eles usam arquiteturas paralelas para processar fluxos de dados de taxa muito alta para executar tarefas como análises em tempo real e identificação de padrões.