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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Cinco tendências tecnológicas para priorizar em 2018

2018 será um ano de muitos desafios macroeconômicos e políticos no Brasil. Embora exista, de fato, um cenário político e econômico de incertezas, as empresas têm investido intensamente em novas tecnologias como forma de criar diferenciação, aumentar competitividade, reduzir custos e fidelizar e atrair clientes - cada vez mais exigentes e digitais. Prova disso é que, globalmente, os investimentos em TI devem crescer acima de 4% em 2018, sendo que boa parte desse investimento será direcionado à digitalização dos negócios.
Nesse cenário, quais temas devemos priorizar na previsão de investimentos? O que é relevante para manter-se competitivo em uma sociedade com consumidores cada vez mais conectados? Apresento a seguir uma reflexão sobre cinco tendências tecnológicas que requerem atenção de líderes e profissionais envolvidos na transformação digital de seus negócios:
1) Network is backTratada como um tema menos sexy nos últimos anos, as redes IP nunca foram tão críticas para o sucesso dos negócios como agora. Ao mesmo tempo, são cada vez mais pressionadas a serem mais eficientes e inteligentes. As redes que suportarão a digitalização das empresas serão intuitivas – aprendendo, adaptando, automatizando e protegendo constantemente – para que possam também defender-se contra um cenário de ameaças cada vez mais complexas. A combinação de Machine Learning, serviços cognitivos, Software Defined Infrastructure (SDI) e Virtualização cria um cenário perfeito para a implementação de redes que antecipem ações e interrompam ameaças de segurança, ao mesmo tempo em que evoluem e aprendem. Em 2018, veremos as primeiras implementações de redes baseadas na intenção.
2018
2) Explosão da Internet das Coisas (IoT)71% das empresas acredita que IoT atingirá um nível de relevância alto ou muito alto nos próximos três a cinco anos, de acordo com o IoT Snapshot, pesquisa realizada pela Logicalis sobre a maturidade do mercado brasileiro de internet das coisas. Além disso, 68% delas investiram mais em IoT em 2017, frente à 2016, segundo a pesquisa. Não há dúvidas de que 2018 será um ano extremamente importante para IoT, pois haverá popularização das redes de conectividade para sensores (redes LPWA em frequência licenciada, como LTE CAT M1, e não licenciada, como LoRa, SigFox), o surgimento e o amadurecimento de inúmeras startups com soluções inovadoras para IoT (do Agronegócio ao varejo) e será o início da implementação do plano nacional de IoT no Brasil, que, entre outros fatores relevantes, como o lançamento de novas PPPs (parcerias público privadas) para temas de cidades inteligentes, impulsionarão a adoção da tecnologia.
3) Segurança, segurança... e segurançaOs departamentos de TI e de cibersecurança enfrentarão novos desafios e ameaças no próximo ano. Embora em queda, o custo médio global de uma violação de dados está em torno de US$ 3,6 milhões e o tamanho das brechas de segurança cresce anualmente a uma taxa de 2%. À medida que a inteligência artificial e o Machine Learning amadurecem e passam a afetar diversas indústrias, também desempenham um relevante papel na segurança cibernética. Poderemos prever e identificar ataques com mais agilidade e precisão. Espera-se também que as empresas tomem ações mais preventivas para evitar ataques ransomware, como o WannaCry.  A preocupação de segurança em IoT se mantém, embora novas tecnologias de proteção das redes de TI e TA (tecnologia de automação), autenticação e criptografia de sensores/devices se tornarão mais acessíveis e validadas. Mesmo assim, ouviremos falar com mais frequência sobre ataques de IoT botnets e IoT-based ransomware.
4) Convergência Blockchain/IoTO Blockchain tem despontado como uma tecnologia capaz de prover uma infraestrutura segura para a próxima geração de sistemas IoT, uma vez que dispõe da capacidade de rastrear bilhões de dispositivos e promover o processo de transações e a coordenação deles. A sua abordagem descrentralizada pode ajudar a eliminar pontos únicos de falhas, fazendo com que os dados e as transações sejam mais seguras. Uma das aplicações do Blockchain, os contratos inteligentes (Smart Contracts), por exemplo, constituem uma funcionalidade que pode operar com internet das coisas e controlar transações de objetos no mundo físico, potencializando a criação de uma nova economia descentralizada e compartilhada. Veremos, ao longo de 2018, o amadurecimento da convergência entre Blockchain e IoT e o surgimento dos primeiros serviços baseados nessa tendência.
5) Inteligência Artificial aplicadaMachine Learning, computação cognitiva e, de forma mais ampla, a inteligência artificial estão em alta e com boa razão: o potencial dessas tecnologias hoje nos parece quase ilimitado. Se combinados à IoT, veremos com rapidez a ficção científica dos filmes transformada em realidade.
À medida que a inteligência artificial evolui, surgem novas aplicações avançadas: Deep Learning, Probabilistic Programming, Automated Machine Learning, Digital Twin, entre outras. Mas o que vemos agora e, provavelmente, em 2018, serão aplicações bem “pé no chão” da tecnologia, como data-driven machines, chatbots e sistemas de linguagem natural aplicados ao dia a dia das empresas com maior intensidade.
fonte: http://cio.com.br



quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

ESPORTES AO VIVO DITARÃO A VIDA OU A MORTE DA TV PAGA ! SAIBA PORQUE AQUI !!

PricewaterhouseCoopers (PWC) apresentou recentemente um relatório que diz muito sobre o futuro da Tv paga e sua atual relação com plataformas de conteúdo sob-demanda, como é o caso da Netflix. Mais: como o fã de esporte poderá ser o divisor de águas sobre o futuro da Televisão como consumimos hoje.

esporte-aovivoDe acordo com o estudo, o número de americanos que assinam TV a cabo e os que assinam a plataforma de streaming encontra-se praticamente igual: 73%. A diferença está que o número de assinantes da Netflix aumentou consideravelmente nos últimos anos, enquanto o da TV paga estagnou (em algumas faixas de idade, diminuiu). 

Entre os que se assumiram consumidores esportivos, 82% cancelariam suas assinaturas caso tivessem outras opções para assistirem transmissões de suas modalidades favoritas. Já 91% só estão ativos em seus planos de Tv a cabo pela possibilidade de assistir esportes ao vivo. Ou seja: sem ofertas de ligas e competições, cancelariam o serviço em seus lares. Se eles têm consciência dos novos tempos que vivemos? Absolutamente!

Para 90% dos entrevistados as opções para assistir esportes ao vivo se expandiram nos últimos anos. Mais da metade dos fãs de esportes (52%) assumiram que pagariam um valor mais elevado caso pudessem assistir streaming em mais dispositivos. O preço médio considerado ideal por eles seria de US$ 23 mensais.

Indo além da transmissão em si, 56% gostariam de ter acesso a mais conteúdos interativos, como estatísticas, entrevistas exclusivas e a possibilidade de interagir com outras pessoas enquanto assistem aos jogos. Neste caso, temos um ponto muito favorável para o crescimento das redes sociais dentro do esporte. Inúmeros são os casos que já apresentamos envolvendo Facebook, Amazon e Twitter.

Apesar de todo cenário favorável aos dispositivos e plataformas sociais, a Tv ainda mostra sua força no âmbito da publicidade por estar em um número maior de lares e ter grande abrangência no mercado. Segundo apurou a PWC, apenas 40% dos entrevistados acreditam que a publicidade em serviços de streaming é muito mais relevante do que em anúncios na TV.

Desta maneira, o investimento em propagandas na Tv segue com força e alcance entre a maioria da população. O que já era esperado. Para eles, entrando em dispositivos, as empresas devem ser “mais atraentes e relevantes“, algo que não ocorre hoje, já que, segundo eles, mostram “o mesmo comercial repetidamente“, o que as torna “irritantes“.
Para Tv, Netflix, Amazon, Twitter, Facebook e tantas outras, há um fator  inegável: a interação entre mídias é um ponto comum à todos os espectadores. Como levantado, 64% se comunicam com outras pessoas enquanto assistem algum programa usando uma segunda tela. Hoje, dentre as citadas, a Netflix tem ampla desvantagem, afinal, o fã de esporte necessita de conteúdos ao vivo.

Se a Tv paga deseja ter vida longa, a entrega deverá ser repensada. Se atualmente os principais grupos de mídia já lançaram suas plataformas de streaming, é fruto de uma clara transformação do mercado. O consumo na palma da mão cresce rapidamente e as principais redes sociais já se atentaram ao novo momento da indústria. O fã consome e interage. Assiste a uma partida e divulga uma postagem sobre isso. Ele deseja que este novo modelo esteja completamente inserido em seu consumo.
Se estão propensos a mudanças, a oferta esportiva pode migrar muito em breve. Sem mudanças, os meios, digamos, “tradicionais”, poderão sofrer um baque irreversível.

FONTE: http://www.mktesportivo.com