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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Toshiba vende divisão de TVs para fabricante chinesa

Toshiba - semicondutor

A empresa japonesa acumulou prejuízos bilionários, principalmente no setor de energia nuclear, o mais importante da companhia, depois de ter tomado multas pesadas por fazer manipulação contábil. Para estancar o sangramento, a Toshiba está vendendo seus ativos: a divisão de TVs foi comprada nesta terça-feira (14) pela chinesa Hisense.

A Hisense é desconhecida no Brasil, mas é a quarta maior fabricante de TVs do mundo(atrás das líderes Samsung, LG e TCL). Nos Estados Unidos, a empresa detém os direitos da marca Sharp para venda de TVs. Agora, os chineses estão comprando 95% da Toshiba Visual Solutions por 12,9 bilhões de ienes (o equivalente a R$ 369 milhões). Os japoneses continuarão com 5% de participação no negócio.
Segundo o Nikkei, a Toshiba produziu cerca de 700 mil televisores no último ano fiscal (que terminou em março de 2017). A divisão gerou o equivalente a R$ 1,25 bilhão em faturamento, mas deu prejuízo de R$ 176 milhões. Ela já foi uma das maiores fabricantes de TVs do mundo, competindo com a Sony, mas ambas perderam espaço para as coreanas e chinesas. No Brasil, a Semp Toshiba deu lugar à Semp TCL.
A liquidação na Toshiba anda em ritmo acelerado: em setembro, a empresa vendeu sua divisão de chips por US$ 18 bilhões para um consórcio formado por Apple, Dell, Kingston, Seagate e outras companhias de tecnologia. No ano passado, o negócio de linha branca da Toshiba foi vendido para a Midea, também chinesa.
A venda da divisão de TVs da Toshiba para a Hisense passará pela aprovação dos órgãos regulatórios e deverá ser concluída até fevereiro de 2018.

fonte: https://tecnoblog.net/

IBC celebra os seus primeiros 50 anos olhando para o futuro do Broadcast

A edição do 50° aniversário do IBC, em Amsterdã, mostrou o que parece ficar mais claro: a indústria audiovisual e, essencialmente, os players tecnológicos estão se transformando em provedores de serviços e o investimento será cada vez menor em Capex e maior em Opex

No IBC2017 foi possível ver soluções para todo o ecossistema audiovisual que claramente está em expansão – foram mais de 1700 as empresas expositoras – com tecnologias que incluíram a Social TV, OTT, VR, AR, Cloud, IP, Bots e 5G, e até encontrar robôs com inteligência artificial. Entre as palestras do Congresso foi possível vislumbrar que os principais caminhos do audiovisual no mundo passam pela convergência de mídias e tecnologia, onde será necessário criar e redescobrir não só novas narrativas, mas também tecnologias de produção. Assim, parece que a tecnologia continua sendo fundamental, mas cada vez mais o consumidor tem importância e até relevância no processo. E não só, “em 2020, 95% do conteúdo produzido deve estar online”, afirmam alguns estudos apresentados em Amsterdã.

Uma das atrações do IBC Future Zone 2017 (Pavilhão do Futuro) foi o Smart AV Tunnel, uma nova forma de ver TV. Um dispositivo que pode permite projetar imagem em quatro dimensões mudando a forma de assistir TV















No IBC Future Zone 2017 uma TV holográfica fez que milhares de broadcasters se posicionassem frente ao dispositivo da Novaline – empresa holandesa – que promete mudar o conceito de assistir TV já que não precisaríamos mais de um suporte fixo para isso, a TV se projeta no ar – com um projetor Panasonic PT-DZ21K2 Evo – e as imagem são imersivas por serem produzidas por um sinal holográfico  .













Fonte: by Fernando Moura